Que mulher você acha que merecia o título de “A mulher do ano?” As opiniões podem variar muito, mas sem dúvida se alguém lhe perguntasse: Que tal Michelle Obama? Você refletiria um pouco e diria: _ Sem dúvida, a Primeira-dama norte-americana foi uma das mulheres mais influentes no ano de 2009.
Michelle Obama saiu do total anonimato para ser uma das mulheres mais comentadas em 2009, seja por seu carisma, por seu lado político, por seu charme e elegância feminina, seja por seus figurinos ou por ser uma mulher que ‘cuida’ da própria família. Ou seja, ela brilhou em todos os quesitos.
A Revista Norte-americana “Glamour” dedica suas edições de dezembro ao destaque das mulheres do ano. E quem estará na capa na edição de Dezembro da Revista Glamour é a Sra. Obama… Michelle Obama.
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Jacqueline Lee Bouvier Kennedy Onassis ou simplesmente e carinhosamente Jackie Kennedy, que foi casada com o presidente norte-americano John Kennedy e, portanto, primeira-dama dos EUA (1961 a 1963) e posteriormente com o magnata Aristóteles Onassis merece estar eternamente em qualquer capa de revista feminina, pois sua figura é atemporal.
A foto acima foi tirada por Jacques Lowe em sua casa em Hyannis Port, precisamente no verão de 1960, antes de se tornar primeira-dama. A imagem mostra uma mulher forte, elegante e de personalidade, mas que tem uma simplicidade e dignidade no olhar inconfundíveis.
Esta, por sinal, será a capa da edição de Outubro de 2009 da Vanity Fair. Parabéns à Revista, a “modelo” foi muito bem escolhida, não acham?
Fonte: Notinhas Online

O que Anne Hathaway, Penelope Cruz, as primeiras-damas Michelle Obama e Carla Bruni e ainda a princesa Letizia de Asturias e Reneé Zelweger têm em comum? Tiveram o privilégio de figurar entre os mais bem vestidos de 2009, na lista da Revista Americana Vanity Fair.
Com o título “The 2009 International Best-Dressed List” , o site da Revista exibe os mais elegantes entre os famosos. Mas não foram só as mulheres que entraram na lista. Os homens da lista são nada mais nada menos que Brad Pitt, Daniel Craig e o Presidente do EUA - e marido de Michelle Obama - Barack Obama.
Via: Vanity Fair

Uma exposição nada convencional, sobre moda, em New York agita a cidade. O tema? “Fashion & Politics”, que retrata os últimos 200 anos da história política Norte Americana. A mostra vai até 7 de novembro, então há tempo de sobra para visitá-la. O museu do FIT (Instituto de Tecnologia da Moda), fica na esquina da 7ª avenida com a Rua 27.
A intenção é, nas palavras do UOL:
“mostrar como a moda é influenciada por decisões governamentais, além instrumento de difusão de ideias políticas, como igualdade de direitos, lutas sociais e feminismo”.
Entre os destaques há o vestido com estampa da bandeira americana, que algumas celebridades usaram após o histórico 11 de setembro, o vestido Obama, de Jean Charles de Castelbajac. A representação brasileira ficou por conta do vestido da coleção do verão 2009 de Alexandre Herchcovitch.
A imagem acima retrata um detalhe do tailleur Mao, da estilista Vivienne Tam. Há uma foto com três modelos de vestidos, incluindo o “Vestido Obama”, um modelo de Jason Wu e um tecido estampado com a declaração de independência dos EUA. No UOL você pode conferir várias fotos, e aqui pode ler a matéria completa.
Via: UOL/Irving Solero/The Museum at the FIT
A pequena, filha do Presidente Norte Americano Barack Obama, está sendo vista sem os cabelos alisadíssimos (escovas e chapinhas), portanto com os cabelos ao natural. Goste você, ou não, da nova aparência da notável, isso deveria ser um exemplo a ser seguido. Valorizar seu biotipo, naturalmente.
Convenhamos, gasta-se muito tempo e dinheiro, para manter esse visual, e quanto mais você tratá-lo quimicamente ou com excesso de calor, mais seus fios ficarão danificados e menos você poderá usá-lo do jeito que ele veio ao mundo… cacheado ou afro, à la Princesa Tiana.
Leia sobre essa transformação em Hair Experts e veja foto recente de Malia Obama com o cabelo cacheado.
Via: Hair Experts
Vídeo: YouTube
A violência sexual contra a mulher saiu de debaixo dos panos, veio à tona e está escandalizando até quem está acostumado a todo tipo de violência, pois está ocorrendo dentro de suas próprias casas, ou seja, algumas meninas não sabem mais se podem confiar nos próprios pais, o que dirá em um estranho? E mulheres adultas lidam com maridos cada vez mais frustrados, que descarregam suas frustrações em forma de ‘ataques’ contra suas próprias esposas.
Infelizmente, não é de hoje que isso ocorre. Um caso, em especial me chamou a atenção. O de uma menina que denunciou o avô. Sua mãe nem questionou se ela estava fantasiando – pois isso pode ocorrer – ou se era uma situação real, pois disse que, na década de 70 o pai (avô da menina) tinha feito isso com ela.
Do que escrevi acima concluo: A violência contra crianças sempre ocorreu, embora com menos intensidade é verdade, mas atualmente as crianças têm coragem e maior liberdade para tocar no assunto.

Sejamos sinceras, mesmo quando nosso candidato(a) a um cargo político não ganha uma eleição, se quem a venceu for uma mulher, sentimo-nos orgulhosas. Não é pra menos, a participação da mulher no cenário político mundial ainda estava engatinhando até pouco tempo, apesar de ser indiscutível que a mulher “sempre” esteve no poder, Cleópatra - a eterna Rainha do Egito - não nos deixa mentir.
No Brasil, por exemplo, a história da participação efetiva da mulher na política teve início a conquista do direito ao voto, em 1932. Efetiva, pois seu nascimento foi bem antes e pode ser lido aqui.
“Essa conquista é resultado da luta contínua do movimento sufragista, que emergiu no Brasil em 1919 e culminou com a conquista do direito ao voto pelas mulheres, mas não foi suficiente para que estes contingentes humanos superassem o processo de exclusão. Até a década de 1970 esse quadro de exclusão não sofreu muitas modificações.
“A partir do final da década de 1980, a situação se modifica, em virtude do crescimento industrial, que contribuiu para um aumento significativo da participação feminina no mercado de trabalho, e, na crescente inserção das mesmas, nos cursos superiores. A isto se aliou o processo de redemocratização do País que se instaurou nesse período. Esses fatos contribuem, para ampliar a participação da mulher nas esferas de poder, encorajando-as, também, a organizarem-se politicamente, o que revela a importância dos movimentos de mulheres nesse processo.
O momento da elaboração da nova constituição brasileira foi fundamental, para que as mulheres, a partir de sua atuação conquistassem direitos legais e obtivessem legitimidade para suas reivindicações, inclusive na esfera da política institucional.”
Escreveu Mary Ferreira, Professora da Universidade Federal do Maranhão, Mestre em Políticas Públicas, doutoranda em Sociologia pela UNESP/Fclar, na Revista Espaço Acadêmico.
Continuar lendo: Mulheres na política - do direito ao voto até a chegada ao poder, orgulhe-se

Quando Michelle Obama surgiu calçando um par de tênis, um sneaker Lanvin durante evento em prol de crianças subnutridas, em Washington, DC alguns americanos continuaram a amar o estilo da primeira dama mais pop, mas outros não gostaram dela estar usando um tênis de U$ 540 dólares em um evento.
Acho que não existe problema nenhum em fazer essas misturas, usar algo mais caro e chique junto com pecinhas mais baratinhas!
Esse tênis sneaker da Lanvin está mesmo dando o que falar, depois que a primeira dama apareceu em público com ele, vários fashionistas começaram a usar também esse tênis que eu particularmente acho ele super fofo e gracioso. Olha só:

Enquanto o maridão Barack Obama faz um balanço dos primeiros 100 dias como presidente dos Estados Unidos, Michelle Obama nem precisa se esforçar tanto para mostrar sua contribuição nos últimos meses. Principalmente no quesito fashion, que é tema do livro que a escritora Mandi Norwood lança amanhã (dia 5) nos Estados Unidos.
Michelle Style - Celebrating the First Lady of Fashion (algo como Estilo Michelle - Celebrando a Primeira-Dama da Moda) é uma retrospectiva dos modelos usados por Michelle durante a campanha do marido à Casa Branca e também nas comemorações da posse.
Para quem está com o inglês em dia, dá pra ler alguns capítulos do livro aqui, enquanto a edição brasileira não chega até nós. Carla Bruni, a primeira-dama francesa também aparece rapidamente no livro.

De volta às tendas do Bryant Park - endereço oficial da semana de moda novaiorquina, a Mercedes-Benz Fashion Week -, o estilista Narciso Rodriguez apresentou sua coleção outono 2009 (hemisfério norte) com os olhos do mundo fashion voltados com mais atenção para sua passarela. Filho de imigrantes cubanos, Rodriguez já era reconhecido por sua criatividade fashion, mas a fama aumentou ainda mais depois que a primeira-dama norte-americana Michelle Obama usou um vestido do estilista na noite da vitória do marido Barack.
Mas Rodriguez não se rendeu ao tema festa em seu desfile ou mesmo roupas para um guarda-roupa à la Casa Branca, o que causou certo desapontamento, segundo o site Style.com. Talvez seja por isso mesmo que Michelle o tenha eleito um dos seus estilistas preferidos. Ele também não poupa elogios para a cliente famosa.
“Michelle é uma mulher brilhante. Eu a conheci alguns anos atrás, em Chicago. É uma mulher que tem personalidade e, além disso, é muito elegante e bonita. São qualidades suficientes para se destacar. Ela tem postura, além de grande senso de estilo pessoal, o que não é para qualquer uma. Michelle é segura, sabe o que fica bom nela, um tipo de percepção que a maioria das mulheres, infelizmente, não tem. Definitivamente, ela não precisa de personal stylist”, disse recentemente à revista Veja.
Fotos: Getty Images/Divulgação MBFW