
Acho que já deu para notar que adoramos esmaltes, não é mesmo? Mas sabe que nem tudo são cores, florzinhas e manicure, infelizmente. Existe um assunto que precisa ser tratado com muito cuidado e atenção: a alergia a esmaltes.
Ao contrário do que poderíamos pensar, ela é muito mais comum do que parece. E às vezes, fica muito difícil relacionar uma reação alérgica ao nossos querido cosméstico. De acordo com Priscilla Campi, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia, no caso dos esmaltes a vermelhidão e descamação nas pálpebras é bem mais comum:
“Pode parecer estranho, mas é na pálpebra que se dá a reação. Às vezes também acontece ao redor do pescoço, com coceira, e até mesmo nas mãos, em volta das unhas“.
O Vila Batom preparou um longo material sobre o assunto, que você pode conferir aqui. Ainda de acordo com a matéria, o principal vilão é o formaldeído, presente na resina e responsável pela aderência e durabilidade do produto. Outro que costuma causar a alergia é o tolueno, uma espécie de solvente. Em alguns países, como Estados Unidos, Canadá e outros paíse europeus, o formaldeído já é proibido.
Para a nossa sorte, as marcas brasileiras já começaram a vender esmaltes antialérgicos (ou hipolaergênico) mas com uma variedade menor de cores. Quem gosta de usar cores fortes e tem alergia precisa se conformar já que o esmalte hipoalergênico dura menos, já que o nocivo tolueno é reduzido na fórmula.
Via: Vila Batom
Foto: Flickr
Janaina Ribeiro da Silva
11 Nov 2009 - 19:07 - #1Olá! Muito interressante esta matéria. Tenho esse tipo de alérgia e pensei que não fosse tão corriqueiro. Moro em Lisboa-Portugal, e como aqui não tem disponibilidade de verniz (maneira como se diz esmalte aqui em Portugal) antialérgico brasileiro, termino por ter que comprar as marcas mais caras tipo: Chanel, Dior, Yves Saint Laurent, Esteé Lauder e outros… E custam em média 19,00 euros! Todos esses são dermatológicamente testados. Para mim resultam bem. Para quem está na mesma cituação que eu, fica a dica.