
Cientistas da Universidade da Califórina (EUA) iniciaram uma pesquisa para entender um detalhe aparentemente simples: por qual motivo muitas líderes mundiais são loiras. E acabaram descobrindo que as loiras são mais competitivas e agressivas do que as morenas e as ruivas.
O estudo foi feito com 156 estudantes do sexo feminino e levantou algumas informações no mínimo interessantes. As loiras chamam mais atenção (não que a gente já não soubesse disso, né?) e são mais bem tratadas pelos outros. A pesquisa da Universidade da Califórnia apontou que quanto mais “especial” uma mulher se sente, mais nervosa ela fica ao não conseguir alcançar seus objetivos sociais – segundo os cientistas, é justamente por isso que elas são mais guerreiras na hora da batalha, seja por um amor ou uma vaga de emprego.
Por falar em emprego, a postura agressiva das loiras tem lá seus fundamentos: um outro estudo recente havia revelado que as morenas conseguem salários melhores no mercado de trabalho.
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Voltamos a falar sobre curvas e formas. De acordo com um estudo americano, 85 % dos homens solteiros preferem sair com uma mulher mais formosa, preferindo as mulheres com curvas àquelas com o corpo mais enxuto ou super magro (como aquele das modelos na passarela).
Estamos diante de um paradoxo, porque entre outras descobertas da pesquisa, foi revelado que 90 % das mulheres com alguns quilos a mais, pensam que os homens não se sentem atraídos pelas medidas generosas. Este discurso parece um velho conhecido, mas são exatamente as mulheres a provarem dificuldade em entender. Sentir-se bem consigo mesma é o primeiro passo para o prazer e para admirar-se. Uma mulher que se sente bela, consegue passar essa sensação até sem querer, transmitindo segurança e sensualidade, sem precisar recorrer a teatrinhos para chamar a atenção.
Uma mulher segura é incrivelmente sexy, atraente e com certeza saberá decidir o que quer da vida. Ser magra, até fazer saltar todos os ossos, é garantia de felicidade? O que precisa entrar definitivamente na nossa cabeça é que a feminilidade não é valorizada apenas por um belo vestido. Uma forma sem consistência é como um manequim na vitrine. Passou a estação, desaparece.
Foto: Fabrizia Tocchini “Sensualità”
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Ninguém discute que os vestidos ocupam boa parte do nosso guarda-roupa de verão. Além de ser uma peça indispensável quando a gente pensa em feminilidade, o vestido pode nos ajudar a esconder pequenos “defeitinhos” como braços grossos e quadris estreitos. Quem ensina é a Revista Manequim que mostra como o vestido longo pode fazer bonito nas mais diversas ocasiões e nos tipos físicos mais variados.
Por exemplo, para afinar o braço pode apostar sem medo no vestido longo com mangas 3/4. O modelo fica ótimo com pulseiras como as da foto. Além de enfeitar, elas atraem olhares para a parte mais fina dessa parte do corpo. Para não criar volume extra na silhueta, o tecido deve ser fluído e o modelo é perfeito para almoços e programas informais.
Para diminuir os ombros, use um decote tomara-que-caia e tecidos com estampas na barra que vão chamar a atenção para a parte de baixo do corpo, o que favorece quem tem costas largas e quadris estreitos. Durante o dia, uma sandália baixinha, como a gladiadora, que está super na moda.
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